É na copa, na Olimpíada, no concurso de miss seja onde for. Boa parte de nós sempre torce contra o melhor, e acaba torcendo para o pior.
PS: Isso não se aplica para os coloridos e essas modinhas chatas que tem todo ano nos prêmios de música, afinal, torcemos para os melhores cantores e melhores bandas.
Mas e aí? Como se explica isso? como? porque? hã? Que fato é esse? Porque agimos assim? hein?
Quando esta página foi para a gráfica, a primeira rodada da Copa do Mundo 2010 ainda estava incompleta, mas os azarões Coreia do Sul e Gana já ameaçavam virar segundo time do mundo inteiro. Time do coração à parte, por que essa mania universal de torcer para o mais fraco?
Não é só uma impressão: esse comportamento foi comprovado em um clássico estudo dos economistas Jimmi Frazier e Eldon Snyder realizado em 1991. Os pesquisadores colocaram um cenário hipotético para 100 estudantes: dois times de um esporte não especificado, A e B, iam se enfrentar em uma melhor de 7 - nesse sistema, vence quem ganhar primeiro 4 partidas. Sabendo que o time A tinha o campeonato na mão, 80% dos estudantes escolheram o time B. Pior: informados que o time B supreendentemente havia ganho as 3 primeiras partidas, metade dos seus torcedores virou a casaca e passou a torcer para o agora desfavorecido A.
Frazier e Snyder explicam o efeito com o que se pode chamar de "economia emocional". O torcedor é antes de tudo um hedonista: quer sempre sentir o máximo de prazer possível. Se o seu time não está envolvido, você sempre vai fazer um cálculo inconsciente de custos e benefícios em busca de mais emoção - e a emoção inesperada (uma zebra) é sempre maior do que a esperada (torcer pelo melhor).
É por isso que, na experiência dos economistas, os estudantes mudavam de time sempre que os papéis de favorito e azarão se invertiam. O resultado nem importa tanto: se der zebra, lindo; se ele perder - tudo bem, você nem contava com isso.
PS: Isso não se aplica para os coloridos e essas modinhas chatas que tem todo ano nos prêmios de música, afinal, torcemos para os melhores cantores e melhores bandas.
Mas e aí? Como se explica isso? como? porque? hã? Que fato é esse? Porque agimos assim? hein?
Quando esta página foi para a gráfica, a primeira rodada da Copa do Mundo 2010 ainda estava incompleta, mas os azarões Coreia do Sul e Gana já ameaçavam virar segundo time do mundo inteiro. Time do coração à parte, por que essa mania universal de torcer para o mais fraco?
Não é só uma impressão: esse comportamento foi comprovado em um clássico estudo dos economistas Jimmi Frazier e Eldon Snyder realizado em 1991. Os pesquisadores colocaram um cenário hipotético para 100 estudantes: dois times de um esporte não especificado, A e B, iam se enfrentar em uma melhor de 7 - nesse sistema, vence quem ganhar primeiro 4 partidas. Sabendo que o time A tinha o campeonato na mão, 80% dos estudantes escolheram o time B. Pior: informados que o time B supreendentemente havia ganho as 3 primeiras partidas, metade dos seus torcedores virou a casaca e passou a torcer para o agora desfavorecido A.
Frazier e Snyder explicam o efeito com o que se pode chamar de "economia emocional". O torcedor é antes de tudo um hedonista: quer sempre sentir o máximo de prazer possível. Se o seu time não está envolvido, você sempre vai fazer um cálculo inconsciente de custos e benefícios em busca de mais emoção - e a emoção inesperada (uma zebra) é sempre maior do que a esperada (torcer pelo melhor).
É por isso que, na experiência dos economistas, os estudantes mudavam de time sempre que os papéis de favorito e azarão se invertiam. O resultado nem importa tanto: se der zebra, lindo; se ele perder - tudo bem, você nem contava com isso.





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